Esperança do Advento - Um Blog Cheio de Esperança

Esperança do Advento - Um Blog Cheio de Esperança

sexta-feira, 24 de março de 2017

ELE NOS DESPERTA DA MORTE ESPIRITUAL

E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo. João 16:8

Podemos resumir a obra do Espírito Santo dizendo que Ele atua harmoniosamente com o Pai e o Filho para nos salvar. O Espírito de Deus nos desperta da nossa morte espiritual. Ele nos leva a ter consciência da nossa pecaminosidade e abre nossos olhos para o fato de que estamos perdidos. Ele desperta em nós o desejo de mudança e nos leva a Jesus Cristo, o único que pode satisfazer as necessidades mais íntimas do nosso ser. O Espírito nos dá a certeza da salvação, pois sempre nos mostra Jesus e o que Ele fez por nós. Ele nos molda para que sejamos mais semelhantes a Cristo. Ele nos mantém fiéis em nossa caminhada com Deus. Habilita-nos a fazer a vontade de Deus e a nos envolvermos efetivamente na missão. Ele gera a Palavra de Deus escrita, nosso guia seguro e a norma para nossa vida e doutrina cristãs. Onde estaríamos sem o Espírito Santo? O que poderíamos fazer sem Ele? Seríamos miseráveis e estaríamos perdidos. Nada poderíamos fazer para dar glória e honra a Deus. Graças a Jesus por ter prometido e enviado Seu Espírito! “O Espírito Santo era o mais elevado dos dons que Ele podia solicitar do Pai para a exaltação de Seu povo” (Ellen G. White, E Recebereis Poder [MM 1999], p. 24).

Fonte/Base: http://www.escolasabatinaonline.com.br/estudo-adicional-67/

quinta-feira, 23 de março de 2017

O ESPÍRITO SANTO E A ESPERANÇA

Ora o Deus de esperança vos encha de todo o gozo e paz em crença, para que abundeis em esperança pela virtude do Espírito Santo.
Romanos 15:13

Leia Romanos 5:4, 5; 15:13 e 1 Coríntios 13:13. Qual é a relação entre o amor e a esperança? Como o Espírito Santo atua para nos dar amor e esperança?
O Espírito Santo é Aquele que derrama o amor de Deus em nosso coração. Ele nos liga a Deus e faz com que o amor do Pai habite em nós. O amor imutável de Deus é a razão e o fundamento da nossa esperança. Sem amor, não haveria esperança. Só o amor gera esperança. Visto que o amor de Deus está associado à Sua fidelidade, temos a maravilhosa esperança de que Ele virá novamente e nos levará ao lar, onde Ele está.
Leia o Salmo 31:24. Que efeitos a esperança tem sobre nós?
A esperança inspira. Ela renova nossas forças; faz-nos cantar e ser alegres. Ela é essencial para a vida. Se não temos esperança, qual é o propósito da nossa vida?
Ter esperança, no entanto, é diferente de ser otimista. O otimista pensa que tudo vai melhorar: o tempo, a economia, as notas escolares, as finanças, etc. A esperança não é otimismo cego. Ao contrário está fundamentada na fidelidade a Deus e nas promessas que Ele fez no passado. A esperança nos faz acreditar que Deus vai cumprir o que disse, pois Ele é fiel e verdadeiro. O Senhor provou que é digno de confiança. Nosso Rei não Se abala. Sua imutabilidade e verdade são o fundamento da nossa esperança.
É também evidente que o fundamento da nossa esperança está em Jesus na cruz. Quando olhamos para a cruz, podemos ver, da maneira mais poderosa possível, a realidade do amor de Deus por nós. A morte de Jesus na cruz, pelos nossos pecados, revela de maneira incomparável, a nós e ao universo, o verdadeiro caráter do nosso Deus. Portanto, como seres caídos e temporais num vasto e grande cosmos, podemos encontrar esperança, não em nós mesmos, nem em “grandes” coisas que realizamos, mas em nosso Deus, que Se revelou a nós na cruz.
A esperança do advento está fundamentada nas fiéis promessas de Deus. Como essa esperança influencia nossa vida? Como podemos desenvolver um estilo de vida que reflita esperança em vez de desespero?

Fonte/Base: http://www.escolasabatinaonline.com.br/o-espirito-santo-e-a-esperanca/

quarta-feira, 22 de março de 2017

ÁGUA VIVA, PURIFICADORA, REFRIGERANTE E REVIGORADORA

O Deus, tu és o meu Deus, de madrugada te buscarei; a minha alma tem sede de ti; a minha carne te deseja muito em uma terra seca e cansada, onde não há água; Salmos 63:1

Hoje, 22 de março, é o dia Mundial da Água. No Brasil existem Instituições como a ANA (Agência Nacional de Águas) e em alguns municípios contam com o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) que gerenciam os recursos hídricos e que vez ou outra fornecem dicas de como utilizar a água sem desperdiçá-la. São iniciativas interessantes que buscam conscientizar a população sobre o uso racional da água, pois ela é reconhecida, por uma maioria esmagadora das pessoas como fonte da vida.
A escritora Ellen G. White no livro O Desejado de Todas as Nações na página 120 escreveu: “No oriente, a água era chamada “o dom de Deus”. Dar de beber a um sedento viajante era considerado tão sagrado dever, que os árabes do deserto se desviariam do caminho a fim de o cumprir”.
Reconhecemos a importância e o valor da água para a nossa existência e sobrevivência nesta vida. Mas, gostaríamos de falar um pouco da Fonte da Água da Vida – JESUS CRISTO, que em certa vez em Samaria teve um diálogo incomum com uma mulher samaritana que tinha ido a um poço pegar água. E ali que Jesus ofereceu aquela mulher água viva, dizendo: “aquele, porém, que beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que Eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna”. A mulher, sem titubear, respondeu-lhe: “Senhor, dá-me dessa água para que eu não mais tenha sede, nem precise vir aqui buscá-la” (São João 4:14 e 15).
Em O Desejado de Todas as Nações na página 121 Ellen White acrescenta: “Aquele que busca matar a sede nas fontes deste mundo, beberá apenas para tornar a ter sede. Por toda parte estão os homens descontentes. Anseiam qualquer coisa que lhes supra a necessidade espiritual. Unicamente Um lhes pode satisfazer essa necessidade. O que o mundo necessita é de Cristo, “o Desejado de Todas as Nações”. A divina graça que só Ele pode comunicar, é uma água viva, purificadora, refrigerante e revigoradora”.
É lamentável que Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo que é a Fonte da Água da Vida é trocado por outras fontes e por cisternas rotas que não retém as águas.  
Em certa ocasião Jesus Cristo estava em uma festa religiosa Judaica chamada dos Tabernáculos, quando exclamou: “Se alguém tem sede, venha a Mim e beba. Quem crer em Mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva” (são João 7:37 e 38). Entretanto, muitos passam por esta vida na sequidão espiritual, não conseguem saciar sua sede em Cristo.
Amigo (a), vem pra Jesus, e sacia a tua sede. Ouça este convite: “O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a ÁGUA DA VIDA” (Apocalipse 22:17).   


JCML

terça-feira, 21 de março de 2017

NECESSIDADE DE JUSTIÇA

E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo. João 16:8

Em João 16:8, Jesus afirmou que o Espírito Santo convencerá o mundo, não apenas do pecado, mas também da justiça. Em outras palavras, o mundo, que não conhece a natureza do pecado, também não sabe o que é a verdadeira justiça.
As pessoas não convertidas imaginam que a moralidade exterior seja suficiente. Elas não desejam a justiça de Deus, mas a sua própria; querem a justiça proveniente de suas ações externas, como a obediência à lei de Deus. Porém, nossa observância da lei jamais poderá nos justificar diante dEle.
Em Isaías 64:6, o profeta descreveu como “trapo da imundícia” todos os atos de justiça própria das pessoas de sua época. Até mesmo nossa melhor justiça própria, motivada pela religião, é, na verdade, o oposto: injustiça.
No entanto, a justiça de Jesus nos é suficiente. Ela atende todas as exigências da lei de Deus. Ela conta com o Pai. Podemos reivindicá-la unicamente pela fé em Jesus Cristo.
Leia Romanos 5:10 e Hebreus 4:15, 16. Como nossa justiça está relacionada ao ministério de Cristo hoje, na presença do Pai no Céu?
A justiça exigida pela lei é cumprida na vida perfeita de Jesus. Ele morreu em nosso favor. Embora rejeitado por aqueles que O condenaram à morte, Cristo foi recebido pelo Pai no Céu. Por meio da ressurreição, Deus, o Pai, colocou o selo de Sua aprovação sobre a vida e a obra redentora de Cristo. Hoje, Ele vive para interceder por nós (Hb 4:15, 16), empregando os méritos de Sua morte em nosso favor, pois não temos a justiça necessária para a salvação.
Portanto, podemos viver porque Ele vive em nós. “Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a Si mesmo Se entregou por mim” (Gl 2:20). Quando Jesus vive em nós, andamos no Espírito (Rm 8:4) e recebemos nova vida espiritual por meio do poder do Espírito de Deus (compare com Gl 3:2-5; 5:16, 18).
A ascensão de Jesus para o Pai justificou Sua presença entre nós por meio do Espírito. Habilitados pelo Espírito Santo, Seus discípulos vivem cada vez mais em conformidade com Ele.
Você já percebeu que suas tentativas de se tornar justo são realmente imundas? O que isso lhe ensina sobre sua necessidade da justiça de Cristo?

Fonte: http://www.escolasabatinaonline.com.br/necessidade-de-justica/

segunda-feira, 20 de março de 2017

VONTADE

Seja feita tua vontade. Mateus 6:10, ARC
Grandes investidores financeiros dificilmente tomam decisões sobre onde vão colocar seu dinheiro antes de consultar analistas de mercado. Sem uma con­sultoria assim, é arriscado saber se o investimento vai, de fato, render o que se espe­ra. Se isso é importante para as finanças, imagine para a vida eterna.
Deus conhece com exatidão todas as coisas, inclusive o futuro. Para que seja­mos felizes, Ele deseja que nos submetamos à sua vontade. Fazer o que Deus quer é ter a certeza de que as coisas vão acabar bem. Porém, ele não nos trata como marionetes. Nós fomos criados com o livre-arbítrio, e o Senhor respeita as escolhas que fazemos.
Na oração-modelo, Jesus ora para que, na Terra, a vontade de Deus seja seguida assim como ocorre no Céu. Depois da entrada do pecado, a humanidade se tornou rebelde e naturalmente contrária a Deus. No entanto, os anjos se alegram em fa­zer a vontade do Pai, pois sabem que, se as coisas acontecem como Deus planeja, o resultado é bênção e felicidade.
O cristão às vezes parece tatear no escuro sem saber exatamente o que fazer. À medida que a humanidade se aprofunda na maldade, vai ficando ainda mais di­fícil saber o que Deus pensa sobre as coisas. Há um abismo entre a vontade natural do ser humano e a vontade divina.
Para não errarmos, o apóstolo Paulo aconselha: "Não vivam como vivem as pes­soas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês. Assim vocês conhecerão a vontade de Deus, isto é, aqui­lo que é bom, perfeito e agradável a ele" (Romanos 12:2). Quando escolhemos viver com base no padrão das Escrituras, abrimos nossa mente para a dimensão celestial, conseguimos perceber as intenções de Deus e entendemos a lógica do que Ele pede.
Devemos sempre confiar na bondosa e sábia vontade de Deus, pois, como dis­se Ellen White, Ele "não conduz jamais seus filhos de maneira diferente da que eles escolheriam se pudessem ver o fim desde o princípio, e discernir a glória do propó­sito que estão realizando como seus colaboradores" (A Ciência do Bom Viver, p. 479).
Faça uma consultoria com Deus para tudo na vida e, assim, você pode estar seguro de que seus "investimentos" para a vida eterna renderão mais do que o esperado.
Fonte: http://iasdcolonial.org.br/inspiracao-juvenil/mensal#20.html

sexta-feira, 17 de março de 2017

A BLASFÊMIA CONTRA O ESPÍRITO SANTO



Eu asseguro que todos os pecados e blasfêmias dos homens lhes serão perdoados,
mas quem blasfemar contra o Espírito Santo nunca terá perdão: é culpado de pecado eterno". Marcos 3:28 e 29.

Talvez nenhum outro pecado tenha causado maior incerteza e angústia entre os cristãos e sido mais mal compreendido do que a blasfêmia contra o Espírito Santo. Alguns pensam que Jesus tinha em mente alguns pecados específicos particularmente graves. Ainda que alguns pecados tenham consequências mais drásticas do que outros, é bom lembrar que todos os pecados são abomináveis para Deus. Mas então, o que Jesus quis dizer quando falou sobre o pecado imperdoável?
Na verdade, nenhum desses textos afirma que esse pecado não possa ser perdoado, mas que ele não será perdoado. Vamos recapitular: a obra do Espírito Santo é levar os pecadores a ter consciência de seu pecado e despertar neles o desejo de aceitar Jesus, o único que perdoa o pecado. A blasfêmia contra o Espírito Santo, portanto, deve ser entendida como a rejeição deliberada e persistente da obra salvadora de Jesus. Ela ocorre quando alguém, de maneira intencional e obstinada, resiste ao testemunho do Espírito sobre Cristo, Sua salvação e Sua graça.
Jesus não está falando de alguém que profere algumas palavras caluniosas. A blasfêmia contra o Espírito Santo é cometida apenas no contexto de uma postura persistente de incredulidade e de hostilidade aberta para com Jesus. A blasfêmia contra o Espírito não se dá em um único episódio; é um decidido estilo de vida.
“Em vez de aceitar a evidência a eles oferecida e reconhecer, nas obras de Cristo, o dom do Céu, se apegaram aos seus propósitos pecaminosos, e disseram: Ele realizou esta obra maravilhosa por meio do diabo. Esse foi o pecado contra o Espírito Santo” (Ellen G. White, Loma Linda Messages, p. 156).
Quando o ser humano está em obstinada oposição a Deus e, portanto, conscientemente se recusa a dar a Jesus o que Lhe é devido, seu coração se torna endurecido e ele não reconhece a verdade do testemunho do Espírito Santo sobre o sacrifício salvador de Deus em Jesus Cristo. Esse pecado está além da possibilidade de perdão, não porque Deus seja impotente ou não esteja disposto a perdoar, mas porque a pessoa não é capaz de reconhecer seu pecado. Portanto, ela não aceita o perdão de Jesus. É evidente que essa postura tem consequências eternas.
Como podemos ter a certeza de que, independentemente do que dizemos de nós mesmos, não estamos vivendo em oposição a Deus nem resistindo ao Espírito Santo? (Veja, por exemplo, 1Jo 5:3 e Rm 8:14).
Fonte: http://www.escolasabatinaonline.com.br/a-blasfemia-contra-o-espirito-santo/

quinta-feira, 16 de março de 2017

ETIQUETA

Portanto orem assim... Mateus 6:9
Descuidar na etiqueta diante da monarquia pode gerar situações constran­gedoras. Foi o que aconteceu com o piloto inglês Lewis Hamilton, em 2009, quando foi condecorado pela rainha Elisabeth. O protocolo diz que a rainha sempre começa a conversa com a pessoa que está do seu lado direito. Só depois de servido o jantar, a anfitriã se dirige a quem está ao seu lado esquerdo. Sem saber disso, Ha­milton, sentado à esquerda da rainha, foi corrigido por ela, que o mandou conversar com a pessoa que estivesse à sua direita e só depois com ela.
Embora seja o soberano do universo, Deus não espera que sejamos formais em nosso diálogo com Ele. Porém, com o "Pai nosso", Jesus nos ensina que a oração tem algumas características básicas.
Em primeiro lugar, devemos dirigir nossa prece a Deus, o Pai. Ao nos aproximar­mos dele, é preciso ter em mente toda a sua soberania e, de nossos lábios, deve fluir louvor e adoração por tudo o que Ele representa. Sem usar de repetições des­necessárias, é preciso iniciar nossa conversa com o rei do universo com glorificação ao nome dele.
Com o coração cheio de humildade e reverência pela grandeza de Deus, po­demos, então, apresentar os pedidos, que devem manifestar nossas necessidades. Deus sabe do que precisamos, mas Ele quer que nos aproximemos dele com fé e expressemos nossas petições.
No "Pai nosso", Jesus nos ensina a apresentar diante de Deus tanto necessidades espirituais quanto materiais. Ele disse primeiro "santificado seja o teu nome" e "venha o teu reino" (necessidades espirituais) e só depois o "pão nosso de cada dia dá-nos hoje" (necessidade material). A ordem em que aparecem os pedidos na oração-modelo revela qual deve ser a prioridade da vida. Com a expressão "faça-se a sua von­tade assim na Terra como no Céu" (ARA), o Senhor ensinou que podemos pedir, mas precisamos confiar que Deus sempre sabe o que é melhor. Ao orarmos em nome de Jesus, podemos ficar tranquilos, pois Deus, o Pai, vai nos dar o que daria a seu Filho.
O "protocolo" da oração é simples: reconheça a grandeza de Deus, glorifique o nome dele, peça de acordo com a vontade dele e confie na misericórdia divina. Fique tranquilo, pois o rei do universo fala ao mesmo tempo com quem está à direita e à esquerda.
Fonte:http://iasdcolonial.org.br/inspiracao-juvenil/mensal#16.html