Esperança do Advento - Um Blog Cheio de Esperança

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quarta-feira, 26 de abril de 2017

IGREJA DAS DUNAS

Fiquei alegre quando me disseram: “Vamos à casa de Deus, o Senhor.” Salmo 122:1

Já pensou numa igreja que, vira e mexe, muda de lugar? Como seria se você fosse a uma igreja num sábado e, semanas depois, a encontrasse num local completamente diferente? Será que existe um templo viajante? Pode ter certeza de que sim! 
No Maranhão, após um delicioso passeio de voadeira (espécie de barco movido a motor), os turistas chegam a uma região chamada Castanhalzinho. Ali, os fortes alicerces das construções são montados e desmontados conforme a força e a direção do vento. Nesse local, existe uma pequena igreja. Ela tem paredes, bancos, púlpito e até o sinal da TV Novo Tempo. Os fiéis se dirigem para lá sempre cientes de que podem se surpreender com o completo sumiço dela. Precisam ficar sempre atentos em relação ao novo endereço. 

Explicando melhor, as imensas dunas de areias que enfeitam o solo maranhense parecem dançar majestosamente ao sabor do vento. Quando ele fica mais forte, em poucos dias as enormes montanhas esbranquiçadas pod
em literalmente migrar de um lugar para o outro. Com isso, se a igrejinha não sair de onde está, ela pode acabar completamente soterrada. Já pensou nisso? 

O que mais me encanta nessa viagem curiosa é o fato de que aquelas pessoas não medem esforços para ter um lugar de adoração a Deus. Nem que tenham de levar a igreja “nas costas”, eles perseveram, de maneira admirável, para manter as portas da Casa do Senhor abertas. Faz algum tempo, eu soube de um lindo batismo que aconteceu ali perto, numa lagoa de água doce em meio às areias. Que espetáculo! 

Quero aproveitar para convidar você, neste sábado, para valorizar a igreja em que congrega. Que tal você imaginar os cristãos da “igreja das dunas” e agradecer a Deus o privilégio de poder ir até a Casa de Deus? Aproveite estas horas sagradas para estar perto de Jesus e conhecê-Lo em todo o Seu maravilhoso amor. Mesmo que até mudem um templo de lugar, Deus jamais mudará Sua fidelidade e carinho por você. A garantia disso está em cada página da Bíblia e, melhor ainda, nas cicatrizes eternas de Suas mãos crucificadas.

Fonte: http://www.bibliaensina.com/2013/10/igreja-das-dunas.html#.WQC6_kXyvDc

terça-feira, 25 de abril de 2017

DEMASIADO TARDE!

O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia. Provérbios 28:13.
Acã reconheceu sua culpa, quando era demasiado tarde para que a confissão o beneficiasse. Vira os exércitos de Israel voltarem de Ai derrotados e desanimados; contudo não se apresentou para confessar seu pecado. Vira Josué e os anciãos de Israel curvados em terra, com uma dor demasiado grande para exprimir-se com palavras. Houvesse feito então confissão, e teria dado alguma prova de verdadeiro arrependimento; mas guardou ainda silêncio. Ouvira a proclamação de que um grande crime fora cometido, e ouvira mesmo especificar-se o caráter daquele crime. Seus lábios, porém, estavam fechados. Veio então a investigação solene. Como lhe fremiu a alma de terror, ao ver indicada sua tribo, a seguir sua família e depois sua casa! Mas ainda não proferiu confissão alguma, até que o dedo de Deus se pôs sobre ele. Então, quando o seu pecado não mais poderia ser escondido, admitiu a verdade. Quão frequentemente se fazem confissões semelhantes! Há uma grande diferença entre admitir fatos depois que os mesmos foram provados, e confessar pecados apenas conhecidos por nós mesmos e Deus. Acã não teria confessado seu crime se não tivesse esperado com isso evitar as consequências do mesmo. Mas sua confissão apenas serviu para mostrar que seu castigo era justo. Não havia genuíno arrependimento do pecado, nem contrição, nem mudança de propósito, nem aversão ao mal.
Assim pelos culpados serão feitas confissões quando se encontrarem eles perante o tribunal de Deus, depois de haver sido decidido todo o caso, ou para a vida ou para a morte. … Não será necessário… que a pessoa seja pesquisada, … mas seus próprios lábios confessarão sua vergonha. Os pecados ocultos ao conhecimento dos homens serão então proclamados ao mundo todo. Patriarcas e Profetas, págs. 497 e 498.
Se tendes pecados a confessar, não percais tempo. Estes momentos são ouro. “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça” (1João 1:9). Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 93.
Fonte: https://ligadonavideira.wordpress.com/2012/11/17/demasiado-tarde/

segunda-feira, 24 de abril de 2017

SOFRER NA CARNE

Ora, pois, já que Cristo padeceu por nós na carne, armai-vos também vós com este mesmo pensamento, que aquele que padeceu na carne já cessou do pecado; 1 Pedro 4:1

Jesus morreu pelos nossos pecados. Nossa esperança de salvação se encontra somente nEle e em Sua justiça, que nos cobre e faz com que sejamos considerados justos aos olhos de Deus. Por causa de Jesus, somos “aceitos diante de Deus como se não tivéssemos pecado” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 62).
Mas a graça de Deus não termina apenas com uma declaração de que nossos pecados estão perdoados. Deus também nos dá poder para vencê-los.
De acordo com 1 Pedro 3:18, 214:1, 2 e Romanos 6:1-11, qual é a relação entre o nosso sofrimento e a vitória sobre o pecado?
O batismo representa a morte para o pecado e a ressurreição para uma vida de vitória produzida pela graça de Deus.
Em 1 Pedro 3:18, o apóstolo utilizou uma pequena palavra grega, hápax, para enfatizar a natureza abrangente do sacrifício, sofrimento e morte de Jesus. Essa palavra significa “de uma vez por todas”.
A expressão “portanto, uma vez que”, em 1 Pedro 4:1 (NVI), é uma continuação do que acabara de ser dito em 1 Pedro 3:18-22. Nesses versículos anteriores, Pedro havia ressaltado que Cristo sofreu pelos nossos pecados a fim de conduzir-nos a Deus (1Pe 3:18), e que “o batismo, agora também [nos] salva” (1Pe 3:21).
Por essa razão, o batismo talvez seja o melhor contexto para compreendermos as seguintes palavras de Pedro: “Aquele que sofreu na carne deixou o pecado” (1Pe 4:1). Por meio do batismo, o cristão participa do sofrimento, morte e ressurreição de Jesus; ele escolhe “no tempo que lhe resta, não mais [viver] para satisfazer os maus desejos humanos, mas sim para fazer a vontade de Deus” (1Pe 4:2, NVI). Isso só pode ser alcançado quando nos entregamos diariamente ao Senhor e crucificamos “a carne, com as suas paixões e concupiscências” (Gl 5:24).
Em Romanos 6:11, Paulo afirmou que os cristãos são unidos a Cristo, em Sua morte e ressurreição, por meio do batismo. Quando somos batizados, morremos para o pecado. Precisamos, agora, fazer com que essa morte para o pecado seja real em nossa vida. As palavras de Paulo revelam o segredo da vida cristã: “Da mesma forma, considerem-se mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus” (Rm 6:11, NVI).
Você já “sofreu na carne” na luta contra o pecado? O que sua resposta revela sobre sua vida espiritual?
Fonte: https://www.bibliaonline.com.br/acf/1pe/4 

quinta-feira, 20 de abril de 2017

O CRISTIANISMO E A ORDEM SOCIAL

Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens. Atos 5:29

Embora soubessem que os governos e as instituições humanas eram falhos e corrompidos, e apesar de suas más experiências com governantes e líderes religiosos, tanto Paulo quanto Pedro exortaram os primeiros cristãos a se submeter às autoridades humanas (1Pe 2:13-17Rm 13:1-10). Eles declararam que os cristãos deveriam pagar impostos e contribuir com as obrigações trabalhistas. Na medida do possível, os cristãos devem ser cidadãos exemplares.
Leia Atos 5:27-32. Qual é a relação entre a obediência que Pedro manda prestar às autoridades (1Pe 2:13-17) e o que ele e os outros apóstolos realmente fizeram nesse incidente?
O sucesso inicial da igreja cristã resultou na prisão de Pedro e João (At 4:1-4). Eles foram interrogados pelos governantes, anciãos e escribas; depois, foram soltos com a severa advertência de que deveriam abandonar a pregação do evangelho (At 4:5-23). Logo depois, eles foram presos novamente e questionados sobre a razão pela qual não obedeceram ao que as autoridades lhes haviam ordenado (At 5:28). Pedro respondeu: “Mais importa obedecer a Deus do que aos homens” (At 5:29).
Que verdade fundamental aprendemos com essas palavras?
Devemos obedecer a Deus acima de todas as coisas.
Pedro não estava sendo hipócrita, dizendo uma coisa e fazendo outra. Quando se tratou de obedecer a Deus ou ao ser humano, a escolha foi clara. Até chegar a esse ponto, os cristãos devem apoiar o governo e a ele se submeter, mesmo que também trabalhem para viabilizar mudanças sociais. Quando questões morais estão em jogo, os cristãos devem promover legalmente as mudanças sociais que refletem os valores e ensinamentos de Jesus. A maneira pela qual se deve fazer isso depende de muitos fatores. No entanto, ser cidadão leal e fiel não significa automaticamente que o cristão não possa ou não deva ajudar a melhorar a sociedade.
Leia Levítico 19:18 e Mateus 22:39. O mandamento de amar o próximo inclui a necessidade de promover mudanças que tornem a vida dele melhor e mais justa?
Fonte/Base: http://www.escolasabatinaonline.com.br/o-cristianismo-e-a-ordem-social/ 

quarta-feira, 19 de abril de 2017

PECADOS QUE DEIXAM MARCAS

Porque o mandamento é lâmpada, e a instrução, luz; e as repreensões da disciplina são o caminho da vida; para te guardarem da vil mulher e das lisonjas da mulher alheia. Provérbios 6:23 e 24.
O crime que atraiu os juízos de Deus sobre Israel foi a licenciosidade. A ousadia de mulheres para enredar as almas não terminou em Baal-Peor. Apesar do castigo que alcançou os pecadores em Israel, o mesmo crime foi repetido muitas vezes. Satanás foi sobremodo ativo para conseguir a completa ruína de Israel. O Lar Adventista, pág. 326.
Balaque, por conselho de Balaão, armou o laço. Israel teria enfrentado bravamente os seus inimigos em batalha e tê-los-ia derrotado, voltando vitorioso; mas quando mulheres chamaram-lhe a atenção e procuraram sua companhia, atraindo-o com seus encantos, não pôde resistir a tentação. Eles foram convidados para festas idólatras, e sua condescendência com o vinho obscureceu-lhes em seguida sua mente deslumbrada. O poder de autocontrole, sua submissão à lei de Deus, não foram preservados. Seus sentidos foram obscurecidos com o vinho, e paixões não santificadas tiveram tão livre caminho, derrubando de tal forma cada barreira, que eles convidaram mesmo a tentação no atendimento a estas festas idólatras. Os que jamais haviam fraquejado na batalha, bravos homens que eram, não protegeram seu caráter para resistir à tentação de transigir com suas paixões mais baixas. … Primeiro corromperam a consciência na luxúria, depois afastaram-se de Deus ainda mais pela idolatria, mostrando assim desprezo pelo Deus de Israel.
Perto do fim da história da Terra Satanás atuará com todo o seu poder da mesma maneira e com as mesmas tentações com que tentou o antigo Israel justamente antes de sua entrada na terra prometida. Ele armará laços para aqueles que dizem guardar os mandamentos de Deus, e que estão quase nos limites da Canaã celestial. Ele usará o seu poder até o máximo a fim de atrair as pessoas, apanhando o povo de Deus em seus pontos mais fracos. …
Agora é dever do povo que guarda os mandamentos de Deus vigiar e orar, examinar diligentemente as Escrituras, esconder a Palavra de Deus no coração, a fim de não pecarem contra Ele com pensamentos de idolatria e práticas vis, e não venha assim a igreja a ficar desmoralizada. Review and Herald, 17 de maio de 1887
Fonte: https://ligadonavideira.wordpress.com/2012/11/17/pecados-que-deixam-marca/

terça-feira, 18 de abril de 2017

PRESUNÇÃO

Jesus respondeu: – Mas as Escrituras Sagradas também dizem: “Não ponha à prova o Senhor, seu Deus.” Mateus 4:7.
Minha classe gosta de discutir fatos e tirar lições deles. Hoje nós debatemos sobre o indivíduo que, no dia 4 de junho de 2006, entrou no viveiro dos leões do zoológico da cidade de Kiev, capital da Ucrânia.
Segundo testemunhas, ele queria testar Deus. Acreditava que Ele não permitiria que os leões o atacassem. Mas eles o mataram. E a discussão girou em torno da pergunta: Por que Deus não o protegeu se poderia fazê-lo?
Não chegamos a nenhuma conclusão. Quem resolveu o problema foi o professor. Ele disse que existe diferença entre fé e presunção.
É isso aí, Léo! Fé é a certeza que leva uma pessoa a esperar e a confiar no que Deus disse, mesmo sem ter visto ou conhecido os fatos. Em contrapartida, presunção é atrevimento, é impulso irrefletido, baseado no orgulho pessoal. E, pelo que parece, esse foi o problema daquele ucraniano.
Deus livrou Daniel dos leões. Mas ele não se expôs porque quis ou porque desejava testar o poder de Deus. A fé manifestada por Daniel tinha sido provada, e o nome de seu Deus ridicularizado.
Daniel não temeu o decreto do rei e continuou orando como sempre fizera. Por isso, acabou sendo jogado na cova dos leões. Foi então que Deus decidiu livrar Seu servo, enviando um anjo para fechar a boca das feras famintas.
Na tentação, Satanás levou Jesus para o lugar mais alto do Templo. Ali O desafiou a pular para ver se Deus cumpriria ou não a promessa de que mandaria Seus anjos para cuidarem dEle. Jesus não Se jogou. Se o fizesse, estaria sendo presunçoso, e presunção é pecado. Ele disse ao diabo: “Não ponha à prova o Senhor, seu Deus.”
Cada seguidor de Jesus Cristo deve confiar nEle e em Sua Palavra.
Na época em que Roma imperial perseguiu os cristãos, muitos morreram devorados pelos leões. Outros foram queimados, enforcados, torturados e decapitados. Eles não testaram a Deus. Sabiam que Ele poderia livrá-los, mas não deixaram de ser fiéis diante da possibilidade de perderem a vida. Venceram Satanás pelo sangue do Cordeiro. É a isso que se dá o nome de fé.
Fonte: https://iasdcarpina.wordpress.com/category/inspiracao-juvenil/