segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

UMA PARTE NO REINO DE CRISTO

"Assim como Meu Pai me confiou um reino, Eu vo-lo confio, para que comais e bebais à Minha mesa no Meu reino; e vos assentareis em tronos para julgar as doze tribos de Israel." Lucas 22:29 e 30.

Que promessa esta! Os fiéis de Cristo devem participar com Ele no reino que Ele recebeu de Seu Pai. Este é um reino espiritual, no qual os que são mais ativos em servir aos seus irmãos são considerados os maiores. Os servos de Cristo, sob Sua direção, devem administrar os negócios de Seu reino. Devem comer e beber à Sua mesa, isto é, devem ser admitidos a íntima união com Ele.

Os que procuram distinção mundana e glória, cometem triste engano. É o que se nega a si mesmo, dando a outros a preferência, que se assentará junto de Cristo em Seu trono. Aquele que lê o coração vê o verdadeiro mérito de Seus humildes e abnegados discípulos, e porque são dignos, coloca-os em posição de honra, embora não compreendam sua dignidade e não procurem honra. …

Deus não atribui valor a vanglórias e exibições externas. Muitos que nesta vida são olhados por outros como superiores, um dia verão que Deus avalia o homem de acordo com sua compaixão e abnegação. … Os que seguem o exemplo dAquele que andou fazendo o bem, que ajudam e abençoam os seus semelhantes, procurando sempre erguê-los, são à vista de Deus infinitamente mais elevados do que os egoístas que se exaltam a si mesmos.

Deus não aceita os homens em virtude de suas habilidades, mas porque buscam a Sua face e desejam o Seu auxílio. Deus não vê como vê o homem. Ele não julga segundo a aparência. Ele examina o coração e julga com justiça. …

Ele aceita os Seus humildes e despretensiosos seguidores, e com eles comunga; pois neles vê o mais precioso material, que resistirá à prova da tempestade e da tormenta, do calor e da pressão. Nosso objetivo em trabalhar para o Mestre deve ser a glorificação do Seu nome na conversão de pecadores. …

Regozijemo-nos de que o Senhor não meça os obreiros em Sua vinha por sua cultura ou pelas vantagens de educação que tenham tido. A árvore é julgada por seu fruto. O Senhor cooperará com os que cooperam com Ele. Review and Herald, 4 de julho de 1907.

Fonte: https://ligadonavideira.wordpress.com/2012/11/27/uma-parte-no-reino-de-cristo/

CASTELO



FLORES!

"Aparecem flores sobre a terra, e chegou o tempo de cantar; já se ouve em nossa terra o arrulhar dos pombos." Cânticos 2:12


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

MUDANÇA DE ATITUDE

E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas; Mas que lhe é agradável aquele que, em qualquer nação, o teme e faz o que é justo. Atos 10:34,35

Os discípulos não só lutavam com ideias preconcebidas que os impediam de compreender o que Jesus estava lhes ensinando, mas também compartilhavam os preconceitos nacionais. “Os judeus não se [davam] com os samaritanos” (Jo 4:9).
Os preconceitos nacionais também ficaram evidentes no relato de Cornélio, centurião romano cuja base ficava em Cesareia. Cornélio era um homem “piedoso e temente a Deus” (At 10:2), e altamente respeitado pelo povo local (v. 22). Um anjo o instruiu a mandar buscar Pedro em Jope (v. 22; ver também v. 3-8).
Enquanto isso, em Jope, Pedro subiu ao terraço para orar (v. 9, NVI). Com o abrigo do sol e a brisa fresca do mar, ele se descontraiu e começou a sentir fome. Enquanto esperava que seus anfitriões preparassem o almoço, teve uma estranha visão. O céu se abriu e foi baixado algo semelhante a um imenso lençol amarrado pelas quatro pontas. Dentro do pano estavam várias criaturas que ele considerava sujas ou “imundas”, e lhe foi dito que as matasse e comesse (v. 11-14).
Qual foi a reação de Pedro quando foi instruído a ingerir comida “imunda”, e o que a visão significava? At 10:12-29
Nessa visão Deus ensinou a Pedro uma importante lição. Algumas pessoas hoje acham que foi nessa ocasião que Deus mudou o regime alimentar do ser humano e permitiu que as pessoas comessem tudo o que quisessem. Mas não foi isso o que Pedro entendeu da visão. Primeiro, ele ficou em dúvida a respeito do que ela significava, pois, a princípio, isso não estava claro (At 10:17). Quando os homens de Cornélio chegaram e explicaram sua missão, Pedro se sentiu compelido a ir com eles (At 10:22, 23). Quando encontrou Cornélio, Pedro estava apto a contar-lhe o significado da visão. Cristo é o Salvador do mundo todo. Os gentios também são preciosas pessoas por quem Cristo morreu (At 10:34-48).
Pedro estava aprendendo uma lição que todos ainda precisam aprender: em Cristo, todas as barreiras foram derrubadas, e a distinção entre judeus e gentios, entre todas as pessoas, deixou de existir e, “em qualquer nação, aquele que O teme e faz o que é justo Lhe é aceitável” (At 10:35).
É bom acreditar que todos somos um em Cristo; a Bíblia ensina isso. Mas infelizmente, mesmo na igreja, nem sempre nos sentimos assim. Como podemos reconhecer os preconceitos que temos e, pelo poder divino, ser purificados desses sentimentos?


Fonte: http://www.escolasabatinaonline.com.br/site/mudanca-de-atitude/

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

MILAGRES AINDA ACONTECEM

Antes de clamarem, Eu responderei; ainda não estarão falando, e Eu os ouvirei. Isaías 65:24
Voltei para casa depois de um turno cansativo na sala de emergência do hospital infantil onde trabalho. Tomei um bom banho, descansei um pouco e fui para a faculdade. Ao retornar, voltei a pé com uma amiga. Nós já havíamos caminhado uma boa distância, e estávamos voltando para nossas casas, quando, de repente, torci meu pé. Naquele momento não senti mui­ta dor, apenas um desconforto. Pensei que logo iria passar; porém, aquele desconforto estava prestes a piorar.
Quando cheguei em casa, percebi que meu pé estava inchado e começando a doer pra valer. Logo a dor se intensificou e se tornou tão forte que eu não conseguia mais colocar o meu pé no chão. Meu esposo estava trabalhando em outra cidade, e nós nos encontrávamos apenas nos fins de semana; portanto, eu estava sozinha em casa. Fui para cama e tentei dormir, mas não consegui: a dor estava forte demais. O telefone do meu quarto estava quebrado; e eu não conseguia caminhar até o outro telefone na sala de estar para ligar para minha irmã ir comigo ao hospital, para que assim eu pudesse tirar um raio X. Tentei colocar meu pé no travesseiro e ficar imóvel, mas foi inútil. A dor estava insuportável. Eu já havia pedido a ajuda de Deus; porém, a minha fé estava tão pequena naquele momento que nada aconteceu. Eu levantei da cama e tentei pular com um pé só até a sala de estar para alcançar o telefone. Entretanto, quando coloquei o pé para baixo, senti uma dor tão extrema que não consegui reprimir o grito de dor. Foi então que clamei com todas as forças da minha alma:
"Senhor, tenha misericórdia de mim. Me ajude. Estou aqui sozinha. Só tenho o Senhor. Toque o meu pé e tire essa dor. Por favor, Pai, me ajude!"
Naquele momento, senti que alguém estava ali do meu lado. Uma paz inundou meu coração, e a dor insuportável foi sendo aliviada. Voltei para a cama e finalmente caí no sono. No dia seguinte, percebi que meu pedido de ajuda havia sido atendido, pois a dor havia cessado completamente e meu pé não estava mais inchado.
Que Deus maravilhoso nós temos! O mesmo Deus que realizou tantos milagres no passado continua agindo na vida daqueles que O buscam. Ele está sempre pronto a nos ajudar em momentos em que não vemos nenhuma saída.
Portanto, minha oração hoje é para que Deus cure a dor das pessoas que estão agonizando neste mundo de dor e sofrimento com a mesma urgência com a qual eu clamei a Ele. O Senhor me curou. Que eu possa ajudar outras pessoas a encontrar essa mesma cura.


Fonte: http://iasdcolonial.org.br/index.php/meditacao-da-mulher/mensal#23.html

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

ENFRENTANDO OS SADUCEUS

Porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido.
Atos 4:20

Atos 4:1-30. Como o tema do grande conflito se manifestou nessa ocasião? Seria esse um exemplo de como ele se desenvolveu ao longo da História? Como vemos a atuação de Satanás e a atuação do Senhor nesse relato?
Os sacerdotes e príncipes viram que Cristo era mais enaltecido do que eles. Ouvindo os saduceus, que não acreditavam na ressurreição, os apóstolos declarando que Cristo havia ressuscitado dos mortos, ficaram irados, compreendendo que, se fosse permitido que os apóstolos pregassem um Salvador ressuscitado e operassem milagres em Seu nome, a doutrina de que não haveria ressurreição seria rejeitada por todos e a seita dos saduceus logo se extinguiria” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 78).
O que mais perturbou esses líderes foi a cura que o Senhor operou por intermédio de Pedro (At 3:1-10). Mas, quando confrontados pelos líderes, os discípulos não vacilaram. Os sacerdotes não estavam esperando isso da parte de “homens iletrados e incultos” (At 4:13). Mandando os discípulos saírem do lugar, consultaram-se entre si, pensando que, se ordenassem aos homens que não ensinassem em nome de Jesus, eles obedeceriam mansamente (At 4:18). Como estavam equivocados!
Em vez de fazer isso, os discípulos voltaram, uniram-se aos outros e, juntos, louvaram a Deus (At 4:24). Eles oraram para ter mais ousadia e para que Deus estendesse a mão para realizar mais curas (At 4:29, 30). Não precisaram esperar muito tempo. Devido à crescente popularidade dos discípulos, as pessoas passaram a trazer seus doentes para as ruas a fim de que, quando Pedro passasse, sua sombra incidisse sobre eles (At 5:15). Multidões vinham de cidades próximas e seus doentes eram todos curados (At 5:16).
Em tudo isso, podemos ver o grande conflito se manifestando: líderes inescrupulosos buscando suprimir a verdade; pessoas fiéis lendo a Bíblia e orando pelo poder divino; doenças curadas e corações alcançados. Embora as coisas, pelo menos à primeira vista, nem sempre terminem tão bem como nesse caso, nunca devemos nos esquecer de como, no fim, o grande conflito terminará, e certa é a vitória final, que é nossa por causa do que Jesus realizou em favor da humanidade.


Fonte:http://www.escolasabatinaonline.com.br/site/enfrentando-os-saduceus/

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

SEM VERGONHA

Tanto o homem como a sua mulher estavam nus, mas não sentiam vergonha. Gênesis 2:25

Você conhece a origem da palavra "ginásio", da qual derivam "ginasta" e "ginástica"? Ela vem do radical grego gymnos, que significa "nu". Sabe por quê? Nos Jogos Olímpicos da Antiguidade, os atletas, todos homens, parti­cipavam nus. Por mais est ninho que possa nos parecer, essa era a prática da época na Grécia antiga.
A nudez hoje é um grande tabu. Algumas pessoas não gostam nem de contemplar a própria imagem despida diante do espelho. Num mundo corrompido pelo pecado, a nudez foi revestida de maldade, de sensualização e distorcida por um ideal de corpo irreal. Mas nem sempre foi assim. Quando Deus criou o homem e a mulher, não colocou um closet completo com roupas para cada um em um canto especial do jardim. Em vez disso, eles ficavam nus, sem sentir vergonha nenhuma.
Atualmente, a expressão "sem vergonha" tem conotação negativa. E usada para designar indivíduos sem caráter, gente que não se importa com valores morais, nem com os outros. Porém, Adão e Eva eram "sem vergonha" em um sentido totalmente diferente: em um mundo perfeito, eles não conhe­ciam esse sentimento. Estavam absolutamente em paz com quem eram e não precisavam de capa para se cobrir. A nudez era natural, não havia nela mal­dade nenhuma.
Contudo, assim que o pecado entrou no mundo, tudo mudou: eles perceberam a própria nudez, se envergonharam e tentaram se esconder de Deus - como se isso fosse possível! Até hoje o inimigo busca empregar a mesma estratégia: ele nos tenta a pecar e nos leva a sentir vergonha do Senhor. Então, corremos atrás de esconderijos e roupas improvisadas, para encobrir aquilo que sabemos não ser o plano divino para nossa vida.
Entretanto, a estratégia de Deus também permanece a mesma: assim como foi atrás de Adão e Eva, para restaurá-los, Ele nos busca, apresentando o plano de reconciliação por intermédio de Jesus, o descendente que esmagou a cabeça da serpente. O Senhor deseja que você viva hoje sem vergonha alguma - não sem vergonha no sentido mundano, mas de saber que você foi perdoado, salvo e restaurado e, por isso, pode prosseguir livre da culpa, rumo a uma vida cada vez mais plena e feliz.


Fonte: http://iasdcolonial.org.br/index.php/inspiracao-juvenil/mensal#22.html

sábado, 20 de fevereiro de 2016

FELIZ SÁBADO, COM MUITA PAZ!

Tenho vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. João 16:33.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

QUEM RI POR ÚLTIMO...

Finalmente, que todos vocês tenham o mesmo modo de pensar e de sentir. Amem uns aos outros e sejam educados e humildes uns com os outros. Não paguem mal com mal, nem ofensa com ofensa. Pelo contrário, paguem a ofensa com uma bênção porque, quando Deus os chamou, ele prometeu dar uma bênção a vocês. 1 Pedro 3:8, 9
Você conhece o ditado: "Quem ri por último, ri melhor." Trata-se de uma frase popular que valoriza a vingança, a volta por cima, a vitória sobre aqueles que, no momento, estão insultando ou desconsiderando suas necessi­dades e seus sentimentos. É como se fosse assim: "Olha, você pode até estar rindo agora, achar que esta na frente, mas vamos ver quem terá a vantagem no final!" Um ditado que pode ter interpretação semelhante é: "O mundo dá voltas." E assim a sabedoria popular vai ensinando que, quando nos sentimos prejudicados, devemos pensar em uma maneira de sair ganhando, para poder rir por último daquela pessoa que nos causou algum dano.
Com esse espírito de competição e vingança, muitos se comportam nas mais diversas áreas da vida: nos esportes, no trabalho, nos relacionamentos, na escola e até mesmo dentro de casa. É uma tendência natural do coração humano - querer estar sempre na frente e zelar pela própria honra.
No texto bíblico de hoje, Pedro nos instrui a agir de modo diferente, pagando as ofensas que recebemos com uma bênção. Como assim? Pedro sabia muito bem do que estava falando. Foi o discípulo mais enérgico e impulsivo de Jesus. Ele não pensava antes de falar, muito menos antes de agir. Quando veio uma turba com o propósito de prender seu amado Mestre, não teve dúvidas: sacou a espada e tentou cortar a cabeça do primeiro soldado que estava a sua frente. A mira foi ruim, e ele só conseguiu arrancar fora a orelha de Malco.
Anos mais tarde, o livro de Atos nos conta a respeito de um Pedro bem diferente: sofrendo prisão por causa da mensagem de Cristo e enfrentando essa situação com uma atitude calma e serena, pregando para aqueles que o prenderam. O que mudou! O Espírito Santo havia entrado em seu coração e o transformado por completo.
Essa mesma obra ele deseja realizar dentro de você também. Quer rir por último? Ria com as pessoas não delas. Estenda amor e compaixão àquelas que não merecem. Convide-as para conhecer o Jesus que transformou sua vida.


Fonte: http://iasdcolonial.org.br/index.php/inspiracao-juvenil/mensal#19.html

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

A ÁRVORE

É como árvore plantada à beira de águas correntes; Dá fruto no tempo certo e suas folhas não murcham. Tudo o que ele faz prospera! Salmo 1:3
A casa onde moro está localizada em um condomínio. Em todo o condomínio, tanto dentro quanto fora, há belas árvores altas. Do meu quarto, que fica no segundo andar da nossa casa, posso ver aquelas árvores através das grandes portas corrediças na frente da minha cama. Especialmente na primavera e no verão, gosto de fazer minha devoção matinal em minha cama, com as persianas abertas, para que meus olhos possam se deleitar com as árvores e com o céu azul-celeste. Isso ajuda a me sentir mais próxima de Deus.
No entanto, no inverno e no outono é diferente. Aquelas mesmas belas árvores perdem todas as suas folhas; ficam rígidas e sem adorno, quase que solitárias ali diante do céu. Um dia, no inverno, enquanto eu entrava de carro em nosso condomínio, fiquei observando uma árvore que parecia viçosa e verde. Era estranho para aquela época do ano. Parei o carro e desci para dar uma olhada mais de perto nela. Ao me aproximar, percebi que era uma sempre-viva. Sempre-vivas, assim como o próprio nome sugere, estão sempre verdes e vivas. Elas permanecem do mesmo jeito em todas as esta­ções, e mantêm sua bela cor verde vibrante a despeito da gelidez do clima.
Ao voltar para meu carro, me lembrei de um texto que está em Salmo 1:3: "É como árvore plantada à beira de águas correntes." Veio-me um pensamento: Deus está me chamando; está nos chamando para sermos como aquela sempre-viva. Em todas as circunstâncias, sejam dias bons ou ruins, sempre posso ser bela e viçosa; posso sempre continuar crescendo e dando fruto.
Por quê? Porque estou plantada "à beira de águas correntes", que representam Jesus, meu Salvador.
Pesquisei um pouquinho sobre a razão da sempre-viva permanecer verde. Descobri que ela é especialmente adaptada para viver em condições climáticas severas.
Ah, eu tive um insight. O ambiente deste mundo é impiedosamente severo; contudo, Deus ainda nos chama para sermos cristãos "sempre-vivos". É um desafio, com certeza, mas não uma impossibilidade. Nosso Salvador nos con­vida a passarmos tempo com Ele diariamente, bebendo de maneira profunda da água da vida que Ele gratuitamente nos dá. Veja, esse é o segredo para a beleza, o crescimento e a produtividade espiritual dos cristãos "sempre-vivos"
O que lhe aguarda durante este dia desconhecido? Somente Deus sabe. Mas quando passamos tempo com Ele cada dia, Ele pode nos ajudar a viver em tempos difíceis. Então beba, minha amiga. Beba profundamente.
Heather Dawn Small

Fonte; http://iasdcolonial.org.br/index.php/meditacao-da-mulher/mensal#17.html

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

O DOMÍNIO DE JESUS SOBRE A NATUREZA

E eis que no mar se levantou uma tempestade, tão grande que o barco era coberto pelas ondas; ele, porém, estava dormindo.
E os seus discípulos, aproximando-se, o despertaram, dizendo: Senhor, salva-nos! que perecemos.
E ele disse-lhes: Por que temeis, homens de pouca fé? Então, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar, e seguiu-se uma grande bonança. Mateus 8: 24-26.

Embora não compreendamos plenamente em que grau Satanás afeta o mundo natural, a Bíblia revela que sua influência está ali, como vemos na história de Jó (ver Jó 1:18, 19). Ellen G. White também diz que “Satanás está mesmo agora procurando, por meio de desastres em mar e terra, selar o destino do maior número possível de pessoas” (Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p. 348), o que é outra indicação de seu poder nessa área. Certamente, em meio aos desastres naturais aparentemente incessantes que atingem o mundo, vemos a realidade do grande conflito se desenrolando na Terra.
Nessa história específica, após um longo dia de ensino, quando a noite se aproximava, Jesus sugeriu que Ele e os apóstolos fossem para o lado oposto da praia, que era menos habitado. No meio da viagem, uma feroz tempestade de vento os apanhou de repente, e as ondas se chocavam contra o barco (Mc 4:37). Jesus estava tão exausto que acabou dormindo na popa do barco, aparentemente alheio à situação. Uma vez que os discípulos estavam tão ocupados em lutar contra a tempestade, talvez tenha se passado algum tempo antes que percebessem que Ele estava dormindo.
Inicialmente, Jesus não disse nada quando clamaram a Ele. Não deu nenhum sermão para explicar a dificuldade em que estavam, nem sugeriu maneiras pelas quais os discípulos pudessem agir para ser vitoriosos na situação. Simplesmente Se levantou, ergueu a mão, disse ao vento e às ondas que se acalmassem e se aquietassem, como se fossem apenas crianças desordeiras. Diante disso, os discípulos ficaram dominados pela reverência. “Possuídos de grande temor, diziam uns aos outros: Quem é Este que até o vento e o mar Lhe obedecem?” (Mc 4:41).
Embora existam muitas lições nessa história, nela vemos a extensão do poder de Jesus e, assim, nossa necessidade de confiar nEle, não importando o que aconteça.O Senhor tem poder até mesmo sobre a natureza. No entanto, pelo menos em relação à nossa vontade Ele não impõe esse poder. O que isso nos diz sobre o cuidado que devemos ter em relação ao uso do livre-arbítrio? A realidade do grande conflito não deveria nos tornar mais cuidadosos ao usar esse dom?

Fonte/Base: http://www.escolasabatinaonline.com.br/site/o-dominio-de-jesus-sobre-a-natureza/

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

CABO DE GUERRA

Pois nós não estamos lutando contra seres humanos, mas contra as forças espirituais do mal que vivem nas alturas, isto é, os governos, as autoridades e os poderes que dominam completamente este mundo de escuridão. Efésios 6:12
Você já brincou de cabo de guerra? Eu me diverti aos montes assim, quan­do pequena, na escola e em acampamentos. Mas, para muita gente, o cabo de guerra não é brincadeira nenhuma - trata-se de um esporte levado a sério! Cerca de um século atrás, a modalidade inclusive fazia parte das Olim­píadas. Foi esporte olímpico entre 1900 e 1920, integrado à área de atletismo. Oito atletas de cada lado faziam a maior força possível para ver quem conse­guiria arrastar quem. Ainda hoje o cabo de guerra possui uma federação que organiza um campeonato mundial a cada dois anos.
A Bíblia inteira conta a história de um grande cabo de guerra espiritual, um conflito cósmico entre as forças do bem e as do mal, do qual ninguém fica de fora. Todos estão envolvidos e contribuem com um dos lados, quer tenham consciência disso, quer não. Jesus não usou meias palavras. Ele expressou essa ideia com a maior clareza possível: "Quem não é a meu favor é contra mim; e quem não me ajuda a ajuntar está espalhando" (Lucas 11:23).
Há três realidades muito importantes no cabo de guerra espiritual.
Primeira: embora ambos os lados empreguem estratégias poderosas de força para tentar ganhar, não há dúvida de qual deles sairá vencedor. "O Leão da tribo de Judá, o famoso descendente do rei Davi, conseguiu a vitória" (Apocalipse 5:5).
Segunda: ao contrário das regras do esporte humano, no cabo de guerra espiritual é possível mudar de lado. Por isso, precisamos estar vigilantes a cada dia para manter nossa lealdade a Deus. O inimigo tem maneiras sutis de tentar nos puxar para o lado dele e o faz nos atacando em nossas áreas mais sensíveis, nas quais ternos a maior possibilidade de cair.
Terceira e mais importante: não interessa quanta força você consegue fazer, o importante é se posicionar do lado certo, o lado vencedor. Das vezes em que brinquei de cabo de guerra, tenho certeza de que não foi a força dos meus bíceps que conquistou alguma coisa. Quando ganhei, foi por haver em meu lado da corda pessoas méis fortes que fizeram a diferença. Na esfera espiritual, o poder vencedor está do lado de Deus e de seus anjos. Com Deus e Cristo, a vitória é certa! Agarre-se hoje mesmo ao lado certo da corda.


Fonte: http://iasdcolonial.org.br/index.php/inspiracao-juvenil/mensal#14.html

domingo, 14 de fevereiro de 2016

MÚSICA CRISTÃ ADVENTISTA


A música é de origem celestial. Há grande poder na música. Foi a música dos anjos que fez vibrar o coração dos pastores nas planícies de Belém e envolveu o mundo todo. É através da música que os nossos louvores se erguem Àquele que é a personificação da pureza e harmonia. É com música e cântico de vitória que os redimidos finalmente tomarão posse da recompensa imortal”


Mensagens Escolhidas, vol.3, pág. 335.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

FELIZ E ABENÇOADO SÁBADO!

Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor. Josué 24:15

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

"EIS QUE ESTOU CONVOSCO TODOS OS DIAS"

Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei. Hebreus 13:5.

Mateus terminou seu evangelho com algumas das palavras mais encorajadoras de Jesus: “Eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28:20). O que elas significam para nossa vida, lutas, fracassos, decepções e até mesmo para os momentos em que achamos que Deus falhou conosco?
É interessante que Mateus tenha começado seu evangelho com palavras semelhantes. Depois de especificar todos os ascendentes e relatar a visita do anjo, primeiro a Maria, depois a José, Mateus explicou que o bebê que nasceria seria Emanuel, Deus conosco (Mt 1:23).
Várias vezes na Bíblia, Deus fez a promessa: “Estarei com você”. Ele prometeu estar com Isaque (Gn 26:24), com Jacó (Gn 28:15), com Jeremias (Jr 1:8, 19) e com o povo de Israel (Is 41:1043:5). O contexto de muitas dessas referências é o tempo das dificuldades e ameaças, quando as palavras divinas teriam muitíssima relevância.
Um verso paralelo usa palavras semelhantes: “Nunca o deixarei, nunca o abandonarei” (Hb 13:5, NVI). Apenas alguns versos depois, o autor acrescenta: “Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e para sempre” (Hb 13:8, NVI). Essa promessa também é repetida várias vezes. Na verdade, ela vem da ocasião em que Moisés transferiu a liderança para Josué (Dt 31:6, 8), e Deus repetiu a frase para Josué após a morte de Moisés: “Nunca o deixarei, nunca o abandonarei” (Js 1:5, NVI). Quando Davi passou o reino para Salomão, disse a ele, da mesma forma, que Deus não o deixaria nem o abandonaria (1Cr 28:20).
Jesus, que nunca muda, que está sempre conosco, ofereceu firme confiança a nossos antepassados na fé. Eles estavam enfrentando dificuldades e provas, ou estavam prestes a empreender o maior desafio de sua vida, mas lhes foi assegurada a contínua presença de Deus.
Essas palavras de encorajamento são significativas para a igreja de Cristo no tempo do fim. A promessa de Jesus de estar conosco até o fim está no contexto da ordem para fazer discípulos, indo, batizando e ensinando. Portanto, é aí que está o foco: na alegria de resgatar pessoas para que elas não terminem do lado derrotado no grande conflito.


Fonte: http://www.escolasabatinaonline.com.br/site/eis-que-estou-convosco-todos-os-dias/

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

TODO MUNDO FAZ

Os três grupos tocaram as cornetas e quebraram os jarros. Eles seguravam a tocha na mão esquerda e a corneta na direita e gritavam: "Uma espada pelo SENHOR e por Gideão!" E cada unificou parado no seu lugar em volta do acampamento. Então todo o exército inimigo fugiu, gritando. Juízes 7:20, 21
"Mas todo mundo faz!" Essa frase - e suas variações "Mas todo mundo vai" e "Mas todo mundo tem" - povoou meu vocabulário durante uma fase da vida. Tenho certeza de que em sua casa é bem diferente, não é mes­mo? De qualquer forma, eu a usava para tentar convencer meus pais de que aquilo que eu queria fazer era perfeitamente normal e aceitável. Em geral, a resposta que ouvia era: "Mas você não é todo mundo." E ponto final.
Hoje, vejo a sabedoria dessa resposta. Na época, porém, não era nada fácil ouvir e aceitar o não. Infelizmente, temos a grande tendência de querer ser iguais a "todo mundo". Esquecemos que isso, muitas vezes, está longe de ser o melhor.
A história está cheia de pessoas que agiram de modo diferente dos outros e, justamente por isso, realizaram prodígios. Se tivessem feito como "todo mundo", seriam apenas mais um. Foi assim nas provas de salto em altura das Olim­píadas do México em 1968. Dick Fosbury, um universitário norte-americano relativamente desconhecido, chamou a atenção de todos ao saltar de costas para a barra, quebrar o recorde olímpico da época e ganhar a medalha de ouro na categoria. Hoje, essa forma de saltar se chama salto Fosbury, em homena­gem a ele, e é a mais praticada. Tudo isso aconteceu porque Dick ousou ser diferente de todo mundo.
Deus é especialista em pedir para seus servos que façam as coisas diferen­temente de todo mundo. Numa época em que as táticas de guerra envolviam grandes exércitos, Deus mandou um grupo de apenas 300 homens lutar contra um vasto exército de midianitas muito bem treinados e equipados. A tática? Segurar um cântaro vazio com uma tocha dentro em uma das mãos e tocar trombeta com a outra. Parece loucura? Aos olhos humanos, é mesmo. No entanto, foi assim que aqueles 300 destemidos obtiveram a vitória, confiando somente no poder do Senhor.
Deus convida você hoje a ousar deixar de lado o engano de querer ser como os demais. Tenha coragem de ser diferente de todo mundo e veja o Senhor realizar maravilhas por meio de você.


Fonte: http://iasdcolonial.org.br/index.php/inspiracao-juvenil/mensal#10.html

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

ESTUDO ADICIONAL - LES - 03

E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos;
Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus. Apocalipse 12:7, 8.

Embora ao longo dos séculos sejam encontrados escritores que tocaram no tema do grande conflito, e ainda que alguns evangélicos hoje estejam examinando essa ideia com mais atenção, ninguém tem uma visão de mundo concentrada no grande conflito e desenvolvida com tanta profundidade como a igreja adventista do sétimo dia. Um conflito literal, físico, moral e espiritual entre Cristo e Satanás é, de fato, a marca registrada do pensamento adventista. E não é de admirar. Ao longo de toda a Bíblia há o que um escritor evangélico chamou de “tema da guerra cósmica”, e às vezes, como na lição desta semana sobre a tentação no deserto, o tema aparece de maneira muito nítida e aberta. A ideia de uma guerra entre o bem e o mal pode ser vista mesmo fora de um contexto distintamente religioso. O poeta T. S. Eliot escreveu: “O mundo gira e o mundo muda,/Mas uma coisa não muda./Em todos os meus anos, uma coisa não muda, […]/A perpétua luta entre o bem e o mal” (The Complete Poems and Plays, 1909-1950 [Poemas e peças completas, 1909-1950]. Nova York: Harcourt Brace Company, 1952; p. 98). O ateu alemão Friedrich Nietzsche escreveu: “Vamos concluir. Os dois valores contrapostos, “bom e mau”, “bem e mal”, travaram na Terra uma luta terrível, milenar” (On the Genealogy of Morals and Ecce Homo [Genealogia da Moral e Ecce Homo]. Vantage Books Edition: Random House, Inc., 1967, p. 52; Genealogia da moral: uma polêmica. São Paulo: Companhia das Letras, 1998; p. 43).
Perguntas para discussão
  1. Qual é o limite entre a presunção e a confiança nas promessas de Deus quanto aos milagres? Como saber a diferença?
  2. A tentação vem de muitas formas, tamanhos, cores e modos, tudo cuidadosamente planejado para alcançar cada um de nós. Algumas coisas que tentam uma pessoa não tentam outra. Além dos pecados óbvios, de que maneira mais sutil podemos ser tentados?
  3. Como captar o conceito impressionante de que o próprio Deus enfrentou terríveis tentações em nosso favor? Ao considerar essa verdade, o que mais importa?


Fonte: http://www.escolasabatinaonline.com.br/site/estudo-adicional-12/

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

ADORAÇÃO AO DIABO

Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Mateus 4:10.
Na versão de Mateus, enquanto a primeira tentação se concentrou no apetite e a segunda na manipulação de Deus, a terceira foi um desafio direto ao próprio Cristo, à Sua realeza e à Sua missão suprema na Terra.
Leia Mateus 4:8-10Deuteronômio 34:1-4 e Apocalipse 21:10. Qual é o significado do “monte muito alto” ao qual Satanás levou Jesus?
A julgar pela maneira com a qual a Bíblia usa o tema de subir ao topo de uma montanha muito alta para contemplar nações, vemos que a viagem de Jesus não foi um passeio turístico. Há uma visão profética ligada a esse cenário. Do topo de uma montanha, Moisés viu a terra prometida como ela viria ser, e João viu a futura Nova Jerusalém. Da mesma forma, Jesus viu mais do que simplesmente os países do antigo mundo romano. Note que Satanás exibiu tudo em seu melhor aspecto. Ele mostrou as riquezas e o glamour, não o crime, o sofrimento e a injustiça.
Satanás disse, então: “Tudo isto Te darei se, prostrado, me adorares” (Mt 4:9). Da mesma forma que enganou Adão e Eva para que desejassem se tornar como Deus, sendo que eles já possuíam a Sua imagem, Satanás fingiu que era Deus, que era o dono exclusivo das nações do mundo e que, em troca de uma pequena homenagem, podia facilmente dar tudo aquilo para Jesus (ver Lc 4:6; comparar com Sl 2:7, 8).
Esse teste se concentrou na lealdade. A quem devia a humanidade dedicar sua suprema lealdade? No Éden, quando Adão e Eva se sujeitaram à serpente, na verdade, estavam dedicando a Satanás sua primeira lealdade, e essa infecção se espalhou intensamente para cada geração sucessiva. Sem a intervenção divina direta, o grande conflito teria sido decidido em favor de Satanás. A humanidade, e talvez até a vida na Terra, não poderiam ter continuado. Os riscos chegaram a esse ponto.
Note que Jesus, como José com a esposa de Potifar, não permitiu que o mal ficasse perto dEle. Jesus ordenou que Satanás se retirasse. Visto que José não podia fazer isso, retirou-se da cena em que havia potencial maligno (Gn 39:11, 12). Essa lição simples se aplica também a nós.
Nas três tentações, Jesus usou a Bíblia como defesa. O que isso significa para nós, na prática? Quando enfrentamos a tentação, como usar a Bíblia para obter as mesmas vitórias?

Fonte: http://www.escolasabatinaonline.com.br/site/adoracao-ao-diabo/



quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

OUTRA TENTAÇÃO

Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus. Mateus 4:7.
A primeira tentação é semelhante ao êxodo, mas tem suas raízes na queda. Colocando como prioridade a fidelidade a Deus em vez da condescendência com o apetite, Jesus recuperou o terreno que Adão perdeu junto à árvore do conhecimento. Contudo, para transpor completamente o abismo ao qual a raça humana tinha descido desde o tempo de Adão, Jesus teve que Se sujeitar a mais duas tentações.
De acordo com Mateus, na segunda tentação Satanás levou Jesus ao ponto mais alto do templo, provavelmente o canto sudeste, que dava para um despenhadeiro. Novamente veio a declaração provocante: “Se Tu és o Filho de Deus”, o que mostrou que o tentador não era amigo de Jesus coisa nenhuma.
O que Satanás estava tentando sugerir ali? Se Jesus tivesse pulado, isso provaria alguma coisa? Mt 4:5-7
Jesus não estava interessado em uma encenação teatral barata. Sua fé em Deus era genuína; não era algo planejado para impressionar a outros. A completa confiança de Jesus em Seu Pai se manifestou no ato de deixar o Céu e Se tornar humano, sofrendo o ultraje, a difamação, a humilhação pública e a injustiça de Sua morte (Fp 2:5-8). Esse era Seu destino, e Cristo estava plenamente preparado para ele. Sua missão era recuperar o mundo que Adão e seus descendentes haviam perdido. Em Jesus deviam ser cumpridas todas as promessas da aliança, e o mundo teria uma oportunidade de salvação.
Novamente Jesus respondeu com a expressão “Está escrito”, citando Deuteronômio e ligando Sua experiência ao êxodo: “Não tentarás o Senhor, teu Deus, como O tentaste em Massá” (Dt 6:16). Massá foi o local em que os israelitas se queixaram amargamente da falta de água, e Moisés feriu a rocha para obtê-la. Ao avaliar aquela experiência, Moisés declarou que as pessoas “tentaram ao Senhor, dizendo: Está o Senhor no meio de nós ou não?” (Êx 17:7). Obviamente, Jesus tinha sabedoria e não caiu no engano, embora dessa vez o diabo tivesse lançado de volta para Ele a expressão “Está escrito” (Mt 4:4, 6).
Nem sempre é fácil ver a linha divisória entre confiar nos milagres de Deus e ser presunçosos a respeito do que esperamos do Senhor quando oramos. Como você aprendeu a distinguir uma coisa da outra?

Fonte: http://www.escolasabatinaonline.com.br/site/outra-tentacao/


terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

TRANSFORMAR PEDRAS EM PÃES

Leia Mateus 4:1-3. O que aconteceu e por quê? Como vemos o grande conflito se desenrolando ali?
Quando Jesus foi levado ao deserto para ser tentado, foi guiado pelo Espírito de Deus. Não convidou a tentação. Foi para o deserto para estar sozinho, a fim de considerar Sua missão e obra. Por jejum e oração devia Se fortalecer para a vereda sangrenta que iria trilhar. Mas Satanás sabia que Jesus tinha ido para o deserto, e julgou que essa fosse a melhor ocasião para se aproximar dEle” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 114).
Há paralelos dramáticos entre o relato das tentações de Jesus e a experiência dos israelitas em suas peregrinações durante o êxodo. Depois de passar pelas águas, Jesus foi para o deserto, onde não comeu nada e foi provado durante 40 dias. Da mesma forma, os israelitas passaram pelas águas (o Mar Vermelho), entraram no deserto onde não tinham pão e permaneceram ali durante 40 anos. Note como isso é descrito em Deuteronômio 8:2, 3: “E te lembrarás de todo o caminho pelo qual o Senhor, teu Deus, te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, para te tentar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias os Seus mandamentos ou não. E te humilhou, e te deixou ter fome”.
O relato dos evangelhos diz que, após 40 dias, Jesus teve fome (Mt 4:2). Então apareceu alguém com um conselho “útil”, mais ou menos como os consoladores de Jó. Essa não foi a primeira vez que Satanás foi mostrado como tendo vindo “ajudar” alguém em crise. O capítulo 3 de Zacarias registra a história do sumo sacerdote Josué na época da reconstrução de Jerusalém, após o exílio babilônico. Enquanto ele estava diante de Deus em visão, alguém apareceu à sua direita. Quem ficava à direita era sempre o amigo de maior confiança, para proteger e guardar a pessoa contra qualquer suposto agressor. Mas o homem de confiança que estava à direita em Zacarias 3 não era outro senão o “acusador”, fingindo ser um amigo de confiança.
A mesma coisa aconteceu com Jesus no deserto. Aquele que veio para “ajudar” revelou quem era quando disse: “Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães” (Mt 4:3). Um anjo do Senhor não teria dúvidas sobre a divindade de Cristo.
Note, novamente, como a resposta de Jesus (Mt 4:4) é uma citação ligada ao êxodo. “Ele te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que tu não conhecias, nem teus pais o conheciam, para te dar a entender que não só de pão viverá o homem, mas de tudo o que procede da boca do Senhor viverá o homem” (Dt 8:3).
Por mais importante que seja não cair em tentação, não seria mais importante que você tivesse a certeza de que, mesmo sem perceber, não está levando outros à tentação?

Fonte:http://www.escolasabatinaonline.com.br/site/transformar-pedras-em-paes/